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Desafio Literário Descobrindo o Brasil - Entrevista com autor nacional


Oi gente!

Esta é uma chance extra do desafio, entrevistar um autor nacional de minha preferência. Não foi fácil escolher, são muitos autores bons e que mereciam estar aqui. Mas.... sempre tem aquele livro que você gosta mais neh? No meu caso é um trilogia escrita pela querida Keila Gon. Cores de Outono, que já resenhei aqui no blog (AQUI), Sombras da Primavera (em breve nas livrarias \o/) e Luz de Inverno (ainda em produção, vamos aguardar.)
No desafio, não podíamos publicar livros iguais, por isso deixei a entrevista para a Keila, porque falo muito sobre "Cores" e "Vincent" por aqui. Agora vamos conhecer um pouco sobre a criadora deste universo mágico, cheio de cores e sensações maravilhosas!
Confiram:
1- De onde surgiu a ideia de criar o mundo de "Cores"?

De MUITOS lugares... sensações, impressões e emoções... de tudo que eu já vi e vivi. E também do que eu imagino existir kkkkkk. No fim, ele sempre existiu.

Cresci com o olhar na natureza, mas também na fantasia e juntar os dois é muito simples para mim. Eu cresci em cidade pequena, corria nos bosques da minha infância, recheadas de lendas e causos, sempre na companhia da minha irmã mais velha... minha Tata. Vi sua vida por meus olhos, suas responsabilidades, alegrias e tristezas. Tive um amigo especial, meu primeiro namorado, que cresceu comigo... uma melhor amiga que chamava “Rose”, uma vizinha que fazia delícias, uma amiga (que com certeza era) fada... conheci pessoas detestáveis e outras muito, muito amáveis. Não sei se meu marido é um elfo, mas com certeza vivo ao lado de uma criança (que para mim é) especial. Acredito que em algum lugar existe um lugar mágico, cheio de dualidades. E até onde sei, ele pode estar bem ao nosso lado, apenas um olhar e ele pode se tornar real. As montanhas são muito reais, estão na minha vida, é o meu lugar favorito na terra e se tiver que arriscar um lugar mágico... Bom, com certeza há magia ali. E o ROMANCE, ahhhh... amo o romance. Sem ele eu não sou capaz de respirar.


2- Todos os personagens são lindos e carismáticos. Você se baseou em alguém para escrevê-los?

Sim, na maior parte amigos e familiares, mas também em personagens de livros e filmes que gosto muito. Acho que há muita mistura em todos eles... kkkk.

A Melissa e a Alice por exemplo, tem muito de mim e da minha irmã mais velha... muito do que vivemos juntas, mas também muito de mim e da minha filha. Poderia ter colocado a Alice como filha da Melissa, mas na verdade, queria explorar o passado e associar as experiências do presente, para mim, foi a medida certa. Outros personagens são principalmente inspirados em pessoas reais, como o George, a Rose, o Alex, a Aristela... e outros são, em boa parte, fictícios. Inspirados em livros e filmes, como o Vincent. Não que não tenha traços de pessoas que eu conheço nele...(cof, cof, cof)


3- Quanto tempo você levou para escrever "Cores de Outono" e "Sombras da Primavera"?

“Cores” foi escrito em 4 meses, mas era tão grande (679 páginas em Word) que precisei de um ano para lapidá-lo até o ponto da publicação. Por ser o primeiro, tudo era intenso demais, novo... e foi difícil segurar a vontade de mudar tudo, o tempo todo! Kkkkk  “Sombras” foi mais rápido, eu já sabia o que fazer (vamos falar assim...kkkkk), tinha alguns capítulos esboçados e quando o editor propôs publicá-lo, levei três meses para terminá-lo. As correções nele foram infinitamente menores e não mudei de ideia como fazia com “Cores”, isso ajudou, com certeza...kkk.


4- Vincent Dippel arranca suspiros de suas leitoras, como foi a criação deste personagem? Todas as sombras que existe dentro dele veio de onde?

Hummmm kkkk pergunta boa...kkkk E sei que vc estava de ouvidos atentos lá em casa kkkkkk

Vincent é a união de muitas impressões... Coisas que guardo comigo, personagens de livros, filmes, desenhos, contos... música. Coisas em que acredito. E há sim, muito do meu alter ego nele. Eu já estive com muitas facetas de Vincent, mas nunca com ele completo... hummmm... difícil explicar kkkkk. Acho que o Vincent é uma releitura de algo que eu acredito: o príncipe encantado não é perfeito. Eu me apaixonei pelo conto da Bela e a Fera há muito tempo, justamente por Jeanne M Beaumont descrever sua versão nestes termos. E cresci com os olhos azuis da Fera, do desenho de Disney, a releitura do conto em 1992. SOU FÃ, MESMO...kkkk vejo, leio e compro tudo da Bela e a Fera. Já fui mais maluca e agora estou um pouco mais controlada (só pra ter ideia, meu presente de lua de mel foi ver o musical da Broadway em SP em 2003). O Vincent chama “Vincent” por causa do seriado de TV da Bela e a Fera que passava na década de 80... e assim vai. Há, claro, muito mais nele...  como o Mr. Darcy de Orgulho e Preconceito. A Janne criou um bad boy atemporal, e para coroar, o filme com Matthew Macfadyen de 2005 foi uma BIG inspiração aiaiai. Mas além de traços meus (e de muitas pessoas que conheço, cof cof cof ), ele tem a influência cultural. Não estou dizendo que os alemães sejam mal educados, mas a franqueza lógica e a praticidade europeia sempre chocam quem cresce abaixo da linha do equador. E há o lado mágico... hummm... como direi... místico? Kkkkkk Há muita pesquisa no Vincent, tanto para criar sua hereditariedade mágica, como seu conflito pessoal (e nessa parte o Vincent Van Gogh ajudou). A ideia de que temos dentro de nós luz e sombras não é minha.... claro que não! Está na maioria das culturas, eu apenas escolhi uma das vertentes, fantasiando um pouquinho, claro. Mas a ideia é... todos nós temos um lado mau, negro, que desperta sob a forma de desejos egoístas e mesquinhos, medos... enfim, nossos piores defeitos. E aí cada um sabe qual é o seu. Aceitá-los, entender que eles fazem parte de você, aprender a controlá-los para ter uma atitude benevolente é a escolha que fazemos todos os dias. Ser bom, ou então, deixar o lado mal nos dominar. Entender esse princípio torna mais fácil controlar esse lado sombrio e anula as desculpas de quem faz o errado, o mal, alegando não saber ser capaz dele. Uma vez que você tem  conhecimento do seu lado mal pode escolher fazer o bem. E voltamos as minhas tão faladas ESCOLHAS kkkkkk.


5- Impossível não falar de Arthur também, um melhor amigo, um companheiro. Porque colocar personagens tão diferentes em uma trama, almejando o amor da protagonista?

Vamos colocar assim.... no que eu acredito, ok? Eu acredito no destino, mas chegar a ele depende de nós. Então você me pergunta: Mas... No fundo não está tudo pronto? Não. Não está. Você pode ter um destino surpreendente, inacreditável, mas tem que estar aberto para ele. Aceitar o acaso. E você me pergunta: Como? (pausa antes de responder... porque sou irônica e vou soltar uma risadinha... esse é meu lado Vincent se manifestando kkkk. Aí eu respondo:) Fazendo escolhas. Certas ou erradas, elas vão levar você a seu destino. Diante dele você pode aceitá-lo, ou não. Muita coisa vai interferir... medo, amor, insegurança, determinação, princípios... e chegar a sua felicidade ou infelicidade vai depender de sua escolha. Mas é aí que está... TUDO É UMA ESCOLHA.

Acredito que o leitor não é ligado a uma história de fantasia pelo impossível, mas sim pelo que é possível. Pela identificação com a realidade em que os personagens vivem e como eles decidem aceitar ou não o impossível. Arthur é a realidade, Vincent a fantasia desta história. Arthur é parte da balança, ele trás a escolha até Melissa, mostra o caminho palpável, racional, justamente porque está perto, porque é o amigo sincero que fala tudo, as verdades, doa a quem doer... ele faz parte do passado dela, de uma época onde tudo era real, onde Melissa “a personagem”  era como nós, vivia em um mundo normal, previsível e real. Com esse contraponto consigo mostrar as duas faces da sua vida. Aproximá-la do leitor, para que ele possa sentir a fantasia disputar espaço com a realidade em sua vida. Arthur é o que a vida normal de uma garota pode oferecer, fácil, programada, possível... o convite do que é seguro. Vincent instiga o impossível, o sonho que se realiza , que conquista que envolve... o destino imprevisível. “Suas” escolhas. Sem o Arthur eu simplesmente arremessaria a Melissa no mundo da fantasia, a esse amor louco e passional... mas não acredito que o envolvimento do leitor (e nesse caso falo de mim mesma) com a história seria o mesmo. Um triangulo amoroso é mais , muito mais, do que disputa romântica, a função dele numa história sempre é mais complexa. No caso de Arthur, embora ele fosse importante para Melissa, ele nunca foi uma opção romântica para ela, afinal ela sempre foi apaixonada pelo Vincent. Então, porque colocá-lo na história? Para que ele seja a consciência que lembra Melissa da realidade que um dia ela viveu e que ainda está ao redor dela. A magia de Cores só é possível porque lá no fundo acreditamos que ela possa existir... e como aconteceu com a personagem, poderia acontecer a qualquer um. Um dia, o destino ou o acaso pode te espreitar com o impossível. Isso não quer dizer que você sempre viveu lá... todos nós temos um “Arthur” na vida. E para mostrar essa possibilidade ao leitor, deixar isso bem claro, temos o personagem que disputa a atenção da protagonista, que não vai deixá-la cruzar a linha do impossível sem parar para ponderar.


6- Sei que você adora a natureza. Quando você sai para acampar, passear... enfim, você imagina os lugares onde seus personagens poderiam estar? Como é essa sensação?

Bom... Na verdade é o contrário, foi assim que eles nasceram kkkkk Eu ia nestes lugares e lá eles apareceram antes de escrevê-los. Ahhhh só para esclarecer, eu não acampo. Não, não rola. Tenho experiências de criança... aventuras com meus pais e algumas outras “aventuras” necessárias pela profissão de comissária de vôo (Curso de sobrevivência) E, por elas, prefiro a segurança de um telhado. Mas adoro longas caminhadas na mata e piqueniques. Coisa de família. Fui criada assim, meus pais sempre tiveram sítios, com mata, muita natureza... e também fazíamos muitos piqueniques em lugares inusitados! (OH LORD! Deixa para uma próxima...ok) Mas depois que mudei pra São José dos Campos, (hoje moro em Campinas, infelizmente, um pouco mais longe da minha montanha), os passeios se tornaram mais corriqueiros às montanhas. E muitas vezes fui parar em lugares além da minha imaginação. Campos  do Jordão e as cidades da Mantiqueira tem uma fotografia incrível! Cenários perfeitos e não há meios de segurar minha imaginação lá.... AMO MINHA MONTANHA!!!


7- Um diferencial em seus livros, são as receitas que você introduz no final e a playlist. De onde surgiu essa ideia?

A saga  é uma viagem pessoal, mas também precisou de incentivo emocional e pesquisa, muita pesquisa... A ideia sempre foi dividir o resultado, essas sensações. Quando terminei queria mostrar um pouco das emoções que estiveram comigo enquanto eu via aqueles cenários, as falas, as cenas. E como tudo gira em torno da tênue linha da realidade... uhhhhh assustador? Não, emocionante kkkkk Deixei as músicas que inspiraram as cenas, o chocolate que perfumava a casa e fez parte da minha vida por meses, coisas que tinham valor para mim... e tem muito mais no meio do livro. Como as panquecas que minha filha adora (E que a Ana já experimentou aqui em casa kkkkk). O Kit Kat, o chocolate que tem história, ele era a paixão de uma amiga (ela o amava, ainda ama!) E como precisava de um chocolate que realmente tivesse história, fosse antigo em sua comercialização, ele encaixou perfeitamente. O folk nacional que a Melissa ouve na casa de George também... (sim, quem leu os agradecimentos à minha irmã no fim do livro sabe do que estou falando), o Jazz que o Vincent ouve na SUV... irritantemente perfeito, (sim, isso é coisa do meu marido... ouvir isso no carro por horas é aflitivo... para mim) . Falando nisso a SUV é um desejo... Sim kkkkk. Um sedã nas estradas lamacentas da montanha não combina muito, experiência própria. Como a inabilidade da Melissa ao volante, tenho carteira (renovada sempre que necessário) mas não dirijo bem... fazer o quê. A música antiga que eles dançam no baile também... (“La vie en Rose”, coisa de marido também, OH LORD ele gosta de música francesa. E por influência dele, quase que o Vincent nasce francês kkkkk), faço referência a essa música em Sombras... não resisti. Ahhhh o vitral dos Von Berg... o fato do George ter origem austríaca (minha família é italiana por parte de mãe, os GON, mas com origem austríaca).... E em Sombras continua... as cerejas... AMO CEREJAS! Eu e minha irmã (é por isso que ela aparece no lip balm em Cores). AHHHH É tanta coisa que deveria ir no fim do livro, mas o editor ficaria louco com as páginas extras de referência kkkkk Por isso vou continuar colocando “apenas” músicas e uma receita.  Isnirf....


8- Não vou pedir spoillers, mas.... o que podemos esperar para o último livro "Luz de Inverno"?

O desfecho dessa história é intenso, só isso que posso dizer. Sou fã de fins felizes, mas para chegar até ele há sacrifícios... e é aí que chegamos. O que você faria pela felicidade de quem você ama? O que faria para proteger quem ama? E no fim... o que se torna prioridade? A família ou o amor? Ui... peguei pesado né? Kkkkk Mas “Luz” precisa tocar em pontos que foram a discussão da saga... escolhas, família, amor, destino, felicidade e esperança. É... vai dar trabalho, eu sei kkkkkk. Muitas emoções estão aflorando agora, é serio, outra parte inexplorada da história vai surgir, e colocar tudo isso no papel é um... desafio ansioso kkkkkk.


9- Conte-nos um pouco sobre você. Seja sincera, não nos esconda nada! (Um mico por exemplo u.u) rsrsrsrsrrs

Serio Ana? Kkkkk bom, é fato... você foi inspirada pela visita aqui em casa, né? Kkkk Principalmente pela parte da carona até o aeroporto, oh LORD!! Aiai e vamos nós... (as vezes acho que já falei tanto de mim que nem um terapeuta saberia tanto quanto vocês sabem!!!), mas você já sabe a pior parte mesmo... kkkkk

Sou desatenta. Um pouco desastrada. E com certeza, MUITOOOO teimosa. A ponto de desmerecer o perigo por pura pirraça (qualquer semelhança com a personagem do livro é, ou não, mera coincidência kkkkk). Não sou corajosa, nunca fui... sou medrosa pra caramba... mas a teimosia me leva a limites perigosos e depois que me tornei mãe a imprudência passou a ser avaliada de outra forma. Olhando para trás percebo as enrascadas que poderia ter me metido por bobeira. E fica o alerta para não fazer isso novamente. Exemplo?

Hummm... caminhar em estradas MUITO escuras tarde da noite e por DEUS, ser abordada por amigos. Pegar carona com gente que mal conheço ( nunca façam isso!) e por outras vezes ficar perdida em lugares improváveis por não querer pedir ajuda ou carona a pessoas conhecidas. Ai ai... vamos aliviar.... Deixar o telefone na máquina de lavar, ser quase atropelada é rotina (A Ana mesmo presenciou algumas vezes num curto trajeto de três quarteirões), esquecer o gato para fora, deixar cartão de banco em alguma loja por aí, deixar sacolas de compras nas lojas onde acabei de comprá-las, queimar comida, derreter panelas, colocar fogo em pano de prato... chegar atrasada não conta, né? Ou conta? Aiai... kkkkk... Cair em buracos improváveis e ficar em posições ninja pra não me estatelar... a ponto de precisar de ajuda para sair deles... (sim, “deles” aconteceu mais de uma vez”) escorregar na rua, toda arrumadinha para trabalhar, e não contente, levar o namorado junto. Me machucar com coisas que a maior parte das pessoas não se machuca... como uma escova de cabelo (deixa pra lá)... cair de cavalo, se queimar seriamente com sopa, esquecer onde ganhei cicatrizes... e ter uma cicatriz memorável (a minha é no braço, enorme) trombar em porta de vidro, tropeçar no próprio pé... Enfim.... chega? Sim, porque andar com calça rasgada e ter caca de pombo na cabeça é comum demais... (outra semelhança com o livro, eu sei) falando nisso, tenho pavor de pombo. Sério.

Eu acredito no acaso e no destino e tenho provas irrefutáveis na minha vida para continuar a acreditar neles. Mas também acredito nas escolhas... me arrependo de algumas e tenho certeza de outras, o que importa é... ainda acho que estou no meu caminho. Como sei? Por que a certeza nisso me deixa feliz. Odeio injustiça. Principalmente quando é com alguém que gosto. Ninguém deve desmerecer alguém, julgar, ou tripudiar. (Coisas que falo no livro estão ligadas diretamente a minha crença sobre isso). Bom.... e se sou teimosa... já imaginam que meu gênio não é fácil. Mas, nem sempre é verdade, na maior parte do tempo sou bem legal e acredito que todos são legais comigo. Tá isso é inocência, eu sei, e talvez por isso fico tão raivosa quando alguém me fere de propósito. E sim, desperta o pior do meu gênio. Acho que aí entra as explosões de Vincent, o meu alter ego. E sim, eu tenho um lado explosivo de Vincent....Ui. Um exemplo.... (Ei, não vou contar meus podres aqui...kkkkk mas já deixei muita gente falando sozinha e já tive vontade de quebrar o armário todo de copos) hummm... Um caso leve... uma vez fiquei tão irritada com um amigo no colégio que dei um sermão nele “aos berros”, no meio do intervalo. Quando acabei ele estava estático e foi aí que percebi o silêncio ao meu redor... das outras pessoas, também chocadas com minha reação. Eu fugi para o banheiro roxa de vergonha (literalmente) e raiva, claro. Nestas horas até a gente se assusta. Também acredito que o medo e a dor mudam as pessoas. Já vivi alguns e eles com certeza exercem muita influência sobre mim. Mas também acredito no amor. SEMPRE. Os vários tipos de amor, e entendi que ele pode ser um poder incrível, capaz de fazer grandes mudanças. Até agora, não descobri algo que ele não possa transformar em esperança. Pois é... sou otimista, sempre.


10- Deixe um recado para os leitores que conhecem e os que ainda não conhecem a saga de "Cores":

A saga de Cores é um convite a imaginação, às emoções, descobertas... e se ela deixar algo em seu coração, um sentimento que inspire um sorriso, um abraço, um sonho, minha missão estará completa. Divirtam-se, pois meu maior presente é dividir esta história e estes personagens com vocês!

BEIJOS

Keila Gon

Pois é gente! tem como não amar? Como vcs perceberam, conheci muito sobre ela, e cada história, cada gesto, cada palavra, só me faz ficar mais encantada por esta mulher talentosa, carinhosa e amiga! Muito obrigada por tudo Keila! E se prepara, já que o Vincent é seu alter ego, muitas fãs vão querer roubá-la do seu marido heim! rsrsrsrsrsrrs
Nem tentei editar esta entrevista para ficar menor, tudo, absolutamente tudo o que ela escreveu é especial e muito engraçado! Muito obrigada mesmo Keila, por compartilhar suas 'aventuras' com os leitores do Livros de Elite!
Espero que vcs tenham gostado da entrevista tanto quanto eu! Leiam "Cores de Outono" e inspirem-se neste mundo de magia, sensações e emoções!

Acabou!!!! Este foi o último post do Desafio Literário Descobrindo o Brasil. Devo acrescentar que adorei participar e mais uma vez quero parabenizar o Blog Giro Letra pela iniciativa!
E ai? Gostaram do Desafio? Vocês fizeram? Se fizeram, deixe o link aqui para eu ver e comentar ta?
bjo bjo^^


12 comentários:

  1. Ana, foi ótima a escolha que você fez. A Keila Gon é uma autora incrível e, mesmo sendo assim ma-ra-vi-lho-sa, ela consegue ser humilde, carismática, gente boa. No Giro Letra, somos muito fãs dela. <3

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  2. Adorei a entrevista, achei a keila muito simpática. Fiquei com muita vontade de ler essa trilogia.

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  3. Já tinha ouvido falar da Keila, mas ainda não conhecia seu trabalho. Achei ela muito simpática. E acho que vou aceitar o convite dela e conhecer a saga de Cores!!

    Beijos!!

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  4. Leio vocês falarem tanto do Vicent que da vontade de ler o livro cada vez mais.
    Adorei a entrevista, ficou bem humana digamos, a autora parece bem acessível. =)

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    1. Muito acessível Cath`s, se vc chamá-la no chat, ela vai te responder, pode demorar mas ela está sempre lá, sendo atenciosa e carinhosa com todos os leitores!

      bjo bjo^^

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  5. Que demais a entrevista, gostei muito! Ainda não li o livro da autora, mas já li algumas resenhas e parece ser muito bom. Estou interessada no livro e gostei muito de saber mais sobre a autora. :)
    beijos

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  6. Adorei a entrevista e conhecer um pouco mais dessa autora. Achei ela muito fofa, sério.
    Estou louca pra ler Cores de Outono, mas não sabia fazer parte de uma série u.u
    Mas ainda assim pretendo ler quando tiver a chance.

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    1. Leia Rita, vc não vai se arrepender, é uma trilogia e a Kei escreve como ninguém, sem falar dos personagens! ui ui! rsrsrsrsrrs

      bjo bjo^^

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  7. Meu Deus! Morri com essa entrevista, ela é uma feiticeira boa perdida em alguma floresta? hahaha Ela é muito fofa, parecia que eu estava sentada ao seu lado no sofá!

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    1. Victória, vc não tem ideia da feitiçaria brava dessa mulher! Ela é maravilhosa!, fico muito feliz que vcs tenham gostado! <3

      bjo bjo^^

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  8. Uashuashuashuashuashu
    Adorei a parte da feiticeira... mas tô mais pra Strega kkkkkk BEIJOS Linda Ana Paula, tô corando aqui ... ( e juro, digo "juro" que tinha deixado um comentário antes... Uai, onde foi parar? Magia? duendes... elfos... Vincent? Ui kkkkk )
    Obrigada pelo carinho meninas, é legal falar dessa história e destes personagens que são muito pessoais para mim : ) Obrigada por ler "pacientemente" kkkkk Já viram... falo demais ... kkkk FUI!
    Obrigada pelo espaço ANAAAAAAAAAAAA!

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  9. Legal a entrevista. Não conhecia a autora ainda, mas o trabalho dela parece interessante. Irei procurar mais pelo livro depois desta super entrevista!!
    Beijos♥E muito sucesso a autora....

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