18 fevereiro 2015

Resenha: A Menina que Brincava com Fogo - Trilogia Millennium - Livro 2 - Stieg Larsson

Edição: 1
Editora: Companhia das Letras
ISBN: 9788535914221
Ano: 2009
Páginas: 608
Tradutor: Dorothée de Bruchard
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Sinopse: "Não há inocentes. Apenas diferentes graus de responsabilidade", raciocina Lisbeth Salander, protagonista de A menina que brincava com fogo, de Stieg Larsson. O autor - um jornalista sueco especializado em desmascarar organizações de extrema direita em seu país - morreu sem presenciar o sucesso de sua premiada saga policial, que já vendeu mais de 10 milhões de exemplares no mundo.
A menina que brincava com fogo segue as regras clássicas dos melhores thrillers, aplicando-as a elementos contemporâneos, como as novas tecnologias e os ícones da cultura pop. O resultado é um romance ao mesmo tempo movimentado e sangrento, intrigante e impossível de ser deixado de lado.

Resenha: 


Depois de ajudar Mikael e de ficar financeiramente confortável, Lisbeth Salander tira férias. Ela viaja pelo mundo e não tem pressa em voltar para Estocolmo. Depois de mais ou menos um ano e meio viajando, Lisbeth volta para sua cidade, não precisa trabalhar, então só faz uma visita para as pessoas que ela se interessa. Evita encontrar Mikael, ela ainda está muito triste com tudo que aconteceu entre os dois.




Mas Lisbeth não consegue ficar parada por muito tempo. Usando sua habilidade em computadores, descobre que a Millennium esta prestes a publicar um livro que causará outro escândalo. Entre os arquivos que baixou do computador de Mikael, um nome se destaca, um nome que a muito tempo, Lisbeth não ouvia... Então ela começa a fazer sua própria pesquisa. A Millennium vai publicar um livro de Dag Svensson que conta como o tráfico de mulheres cresceu na Suécia, e neste livro, Dag denuncia todos os envolvidos, e, alguns, são pessoas respeitadas no convívio social.




O Tutor de Lisbeth, Dag e sua parceira Mia, são encontrados mortos. Só há uma evidência: a arma do crime que está com as impressões digitais de Lisbeth. Começa então uma caçada desesperada em busca desta fugitiva que é muito esperta e escorregadia. Para a polícia, nada neste caso parecia normal, simples ou descomplicado. Afinal se tratava de Lisbeth Salander.

"... Vira nela uma doente mental indefesa, mas Lisbeth Salander não era indefesa. Era era a menina que aos doze anos comprara um briga com um matador profissional aposentado do GRO e o transformara num inválido.
Lisbeth Salander era a mulher que odiava os homens que não gostavam de mulheres."
Confesso que o começo do livro me deixou sem vontade de lê-lo. O autor é magnifico, mas ele detalha tanto que ás vezes eu pensava em abandonar o livro. Ainda bem que não abandonei!!!! Depois de umas 200 páginas, a ação começa e este livro é muito melhor que o primeiro!!!!
A Menina que Brincava com Fogo, conta como foi o passado de Lisbeth, porque ela foi internada e porque ela é do jeito que é. Um livro cheio de equações matemáticas que me tirou do sério algumas vezes, mas não tem como não amar a Lisbeth. Continuo gostando do Mikael, e neste livro ele faz de tudo para provar a inocência dela, gostaria muito que no final eles ficassem juntos... não sei ainda, falta o ultimo livro pra ler... quem sabe as coisas mudam neh?



Novos personagens aparecem no livro e de alguns eu até gostei, outros eu preferia nem ter lido a respeito. A narrativa continua em terceira pessoa, acompanhando os personagens e dando destaque a Mikael e Lisbeth. Como comentei na outra resenha, meus livros vieram sem orelhas, mas isso não impediu de a leitura ser prazerosa! Um livro cheio de tramas, segredos, assassinatos e revelações surpreendentes!!!! Super recomendado pra quem gosta de um bom mistério!!!!


Acompanhe as resenhas da trilogia:


- Os Homens que não Amavam as Mulheres
- A Menina que brincava com Fogo


Avaliação:




Sobre o autor:




Stieg Larsson (1954-2004) foi fundador e editor-chefe da revista sueca Expo, que denuncia grupos neofascistas e racistas. Especialista na atuação das organizações de extrema direita em seu país, é coautor de Extremhögern, livro no qual põe o assunto em evidência. Morreu em sua casa, vítima de um ataque cardíaco, pouco depois de ter entregado os originais dos romances que compõem a trilogia Millennium.


3 comentários:

  1. Olá, Ana.
    Esse excesso de detalhamento não me incomoda muito, apesar de que começar a ação apenas depois de 200 páginas é muita coisa.
    Ainda sim tenho vontade de ler esse livro, pois a premissa me interessa demais. É exatamente o tipo de livro que gosto.

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  2. Oi Ana...
    Ainda não conhecia essa trilogia. Gostei da descrição deste livro.
    Gosto de livros do gênero. Acho que leria a obra, ainda mais diante dos elogios.

    livrosvamosdevoralos.blogspot.com.br

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  3. atualmente eu to fugindo de trilogias, series e tals, ta acabando com o meu dinheiro! rsrs nao sobra nada, mas os livros me pareceram tao interessantes que, bom, só mais esse acho que nao vai fazer mal nenhum. ah obrigada pela resenha!

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