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Resenha: Amityville - Jay Anson

24 janeiro 2022

Edição: 1
Editora: DarkSide®Books
ISBN: 9786555981353
Ano: 2021
Páginas: 256
Tradutor: Eduardo Alves
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Sinopse: Depois de passar um período fechada, a propriedade no número 112 da Ocean Avenue volta abrir as portas para os leitores da DarkSide® Books. Cercada pela natureza, com janelas amplas e cômodos espaçosos, poderia ser a casa dos sonhos, não fosse seu passado macabro e sangrento.
Em 13 de novembro de 1974, um crime brutal chocou os Estados Unidos: o misterioso assassinato da família DeFeo, em Amityville. Alguns dias depois, Ronald DeFeo Jr., o único sobrevivente do massacre, admitiu ter matado seus pais e quatro irmãos com tiros nas costas, alegando ter sido influenciado por vozes em sua cabeça.
Meses depois da chacina, George e Kathleen Lutz adquiriram a antiga residência dos DeFeo por uma pechincha. Durante o breve período em que moraram em Amityville, estranhos acontecimentos afetaram a vida do casal e seus três filhos, levando-os a crer que presenças malignas habitavam a casa. A experiência foi tão traumática que, vinte e oito dias depois da mudança, a família fugiu aterrorizada, deixando seus pertences para trás. Não demorou muito para a casa ser considerada mal-assombrada, virando inclusive objeto de estudo dos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren.
Embora tenha sido amplamente divulgada pela mídia, a história da casa nunca havia sido contada com riqueza de detalhes — até Jay Anson decidir reconstruí-la e transformar seu livro de não ficção em um dos relatos paranormais mais impactantes de todos os tempos. Baseado nas experiências sobrenaturais reportadas pelos Lutz durante o mês de dezembro de 1975, Amityville é um dos livros mais pedidos pelos leitores da Caveira. E agora, ele volta ao catálogo em grande estilo, como parte da coleção Dark House., nos 45 anos desta obra que forma uma das fundações das narrativas do horror moderno.
Adaptada várias vezes para o cinema, com diversos spin-offs, a história de Amityville hoje é bastante conhecida e considerada um dos mais importantes relatos sobre casas mal-assombradas da cultura popular. Por isso, mais do que dar apenas uma demão de tinta, a DarkSide® Books fez uma reforma completa na casa, apresentando a sombria construção em detalhes em uma novíssima edição, com textos complementares que ajudam a mergulhar nos mistérios de Amityville. Neste Halloween, as portas estão abertas e vocês são nossos convidados de honra.

Resenha: 3096 dias - Natascha Kampusch

19 julho 2021

Edição: 1
Editora: Verus
ISBN: 9788576861072
Ano: 2011
Páginas: 225
Tradutor: Ana Resende
Skoob
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Sinopse: A impressionante história da garota que ficou em cativeiro durante oito anos, 3096 dias, narra o drama de um dos sequestros mais longos de que se tem notícia. Em 2006, o mundo parou para acompanhar o desfecho de um dos sequestros mais longos da história: a austríaca Natascha Kampusch havia desaparecido aos dez anos de idade, após sair de casa para ir à escola. Inúmeras buscas foram realizadas pela polícia, sem resultado. Devido a problemas de relacionamento com a menina, sua família chegou a ser acusada de ter tramado o sumiço da garota.O mistério se dissolveu de forma surpreendente. Após passar oito anos sob o poder de um desconhecido, vivendo em um porão de quatro metros por três de largura, Natascha conseguiu fugir. Em depoimentos à polícia, contou que seu captor, o também austríaco Wolfgang Priklopil, a maltratava e a obrigava a realizar tarefas domésticas. Seus únicos momentos de lazer eram assistindo televisão, ouvindo rádio e lendo.Do cativeiro, restaram apenas lembranças e um diário escrito ao longo dos anos, que serviu de base para o livro. Em 3096 dias, Natascha conta como aprendeu a viver com seu captor e tenta encontrar uma justificativa para seu rapto e maus tratos. A jovem fala ainda sobre a retomada de uma vida normal, agora sob os holofotes do mundo inteiro.

Resenha: A Mulher com Olhos de Fogo: O Despertar Feminista - Nawal El Saadawi

05 julho 2019


Edição: 1
Editora: Faro Editorial
ISBN: 9788595810600
Ano: 2019
Páginas: 160

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Livro cedido em parceria com a editora
Sinopse: "Um dos livros mais francos e radicais sobre a vida feminina, de todas as origens, em todas as partes do mundo.” THE GUARDIAN. Esta ficção é baseada no relato verdadeiro de uma mulher que espera sua execução em uma prisão no Egito. Sua história chega até a autora, que resolve conhecer Firdaus para entender o que levou aquela prisioneira a um ponto tão crítico de sua existência. “Deixe-me falar. Não me interrompa. Não tenho tempo para ouvir você”, começa Firdaus. E ela prossegue contando sobre como foi crescer na miséria, sua mutilação genital, ser violada por membros da família, casar ainda adolescente com um homem muito mais velho, ser espancada frequentemente, e ter de se prostituir... até que, num ato de rebeldia, reuniu coragem para matar um de seus agressores, levando-a à prisão. Esse relato é um implacável desafio a nossa sociedade. Fala de uma vida desprovida de escolhas, mas que em meio ao desespero encontra caminhos. E, por mais sombrio que isso possa parecer, sua narrativa nos convida a experimentar um pouco dessa liberdade encorajadora através das transformações internas de Firdaus. O que acontece com ela é o despertar feminista de uma mulher. A AUTORA: NAWAL EL SAADAWI, 87, é uma escritora, ativista, médica e psiquiatra feminista egípcia. Saadawi foi presa pelo presidente Anwar al-Sadat em 1981 por supostos “crimes contra o Estado”. Ela escreveu muitos livros sobre as mulheres no Islã, e se dedica, em especial, à luta contra a prática da mutilação genital feminina no Oriente Médio. Nawal é tratada como “a Simone de Beauvoir do mundo árabe”. Seus livros já foram traduzidos para mais de 28 idiomas e são adotados em universidades do mundo inteiro. Seus discursos atualmente se concentram na crítica à tentativa de normalizar o que ela considera a opressão aos costumes das mulheres na África e Oriente Médio. Depois de quatro décadas da revolução islâmica, muitos já consideram normais as restrições aplicadas às mulheres, incluindo as próprias mulheres. “A Simone de Beauvoir do mundo árabe”. REUTERS